WebCaverna #17 – Friends

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Vamos colocar os episódios do podcast WebCaverna em dia?

O #17 foi muito maneiro, falamos sobre Friends! Gostava da série? Então, não deixe de ouvir esse cast!

Olha a sinopse:

“E tá no ar o episódio #17 do WebCaverna!!

No episódio de hoje nossos participantes falam sobre um dos sitcoms mais idolatrados de todos os tempos e que não para de passar um minuto sequer na TV: Friends. Ouçam Roger AnselmoRoberta Spindler,  Júnior CorrêaLuan Hater Carlos e o convidado Renato Oliveira relembrarem seus primeiros contatos com a séries, o ódio contra a dublagem, as cenas memoráveis, algumas histórias de bastidores e como se encontram os atores hoje.”

Para ouvir, é só clicar no link abaixo!

http://webcaverna.com.br/podcasts/webcaverna-17-friends

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Eu vi: Penny Dreadful

Comecei a assistir Penny Dreadful sem saber muito bem o que esperar. O elenco repleto de estrelas me atraiu logo de cara. Eva Green, Josh Hartnett, Timothy Dalton, Billie Piper… Com tanta gente boa, pensei, era difícil sair algo ruim dali. Estava certa! =)

A primeira temporada conta com oito episódios e tem uma história intensa e adulta que mistura o terror gótico da época vitoriana e seus vários monstros. Vampiros, demônios, Victor Frankenstein e sua criatura, lobisomens… Pode parecer uma salada, mas tudo se encaixa com impressionante facilidade.

A trama principal se concentra na busca de Sir Malcom (Dalton) pela filha que foi sequestrada por vampiros. Vanessa Ives (Eva Green, maravilhosa), que tem uma ligação misteriosa com a desaparecia e também um passado bastante obscuro, o ajuda nessa empreitada. Aos poucos, a busca dos dois vai trazê-los aliados, como Frankenstein (Harry Treadaway) e Ethan Chandler (Hartnett).

O ritmo dos episódios é intenso. Não há tempo a se perder, pois a temporada é curta. E é aqui que se encontra a minha única crítica à série. Alguns arcos me pareceram apressados demais, jogados de maneira pouco trabalhada ou até mesmo desleixada. Posso citar a aparição da criatura de Frankenstein e também a resolução que o roteirista deu ao Van Helsing. Esses casos foram um tanto decepcionantes, mas insuficientes para apagar o grande brilho do show.

Não há dúvidas de que a personagem de Eva Green é o núcleo dessa primeira temporada. Vanessa Ives protagoniza os melhores momentos da história e tem o melhor background. É difícil não se apaixonar por ela e a atuação magnífica de Eva Green merecia ganhar um prêmio. Sério, a mulher arrasa!

O figurino e a ambientação também merecem elogios, ajudando a criar uma Londres vitoriana crível e pulsante. Uma curiosidade interessante é que John Logan, o criador da série, foi responsável pelo roteiro de todos os oito episódios, algo bastante incomum nessa indústria, mas que aqui se mostrou acertado. Sua escrita com ótimos diálogos conseguiu mesclar o horror e o suspense muito bem, além de dar uma roupagem interessante e nova à personagens clássicos do terror.

É uma série mais do que recomendada. Só espero que a segunda temporada tenha mais episódios, pelo menos treze, para que Logan possa desenvolver a história em um ritmo mais satisfatório. Assim, nossa dose de horror já está garantida.