Relembrando: Ragnarok Online

Oi pessoal! Estou iniciando uma coluna nova aqui no blog. “Relembrando” terá como foco a nostalgia, então esperem posts sobre os anos 80, desenhos velhos, jogos que marcaram minha infância e muito mais. Pensei bastante sobre o que falar nessa estreia por assim dizer. Acabei lembrando de uma época bem legal em que eu conheci um joguinho despretensioso chamado Ragnarok. Pronto, foi o gatilho para escolher o meu tema. Preparados para começar? Vamos lá!

Ragnarok Online foi um dos primeiros MMORPGs que chegaram no Brasil. Na época, logo me interessei com a possibilidade de interagir com outras pessoas do país inteiro (eu ainda não conhecia o HUE brasileiro, acho que ele estava em gestação ali eheheh). Bem, comecei a jogar junto com meu namorado (que agora é marido, faz tempo hein!) e minha irmã. Mal podia saber que seria o início do vício.

O principal problema desses jogos online, principalmente MMORPGs, é que eles demandam uma quantidade enorme do seu tempo (e da sua alma). São tão legais que quando você vê, já está imerso naquele ambiente, querendo “upar” ou achar um item legal que esquece do mundo lá fora. Bem, acho que todos acabam tendo essa fase. A minha foi com Ragnarok.

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O jogo tem uma arte que mistura sprites 2D com cenários em 3D. Bem simples, pode rodar em máquinas mais fraquinhas, sem tanto poder de processamento. O jogador escolhe sua classe e habilidades, ganhando experiência matando monstros. É um MMO coreano, então há muito grinding (tarefas repetitivas, como enfrentar o mesmo inimigo várias vezes) e poucas quests. O sistema é bem hardcore e para chegar ao nível máximo (que na época era 99, antes das transclasses) uma verdadeira batalha de paciência e perseverança precisava ser travada.

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Pode parecer um sistema difícil (e de fato é), mas ao encontrar um item raro ou subir de nível, eu sempre sentia uma alegria de ter meu esforço recompensado. Mas não foi esse o principal fator de me prender ao game. Posso nomear o culpado como Guerra do Emperium. O servidor tinha datas em que clãs formados por jogadores se enfrentavam para conquistar castelos. Gente, essa era a melhor parte de Ragnarok. Você “upava”, enfrentava milhões de bichos chatos (malditos Sapos Thara), para ficar forte e detonar na WOE (War of Emperium). A diversão ali era enorme. Estratégias para dominar ou defender os castelos, a briga com outros players, a emoção. Acho que esse é o elemento mais fantástico de Ragnarok e também de outros MMORPGs, a interação de pessoas que nunca se viram visando um mesmo objetivo.

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Acho que passei ao todo 3 anos jogando Ragnarok direto, com meu saudoso clã After Dark (Campeões de Prontera ahahah). Fiz amizades naquele jogo, conheci pessoas legais e me divertir pra caramba. Mas, tudo que é bom acaba, e meu tempo apertou. A vida real chamava e era hora de parar. De vez em quando, a saudade bate forte e já volto para servidores High Rates só para uma diversão rápida. É um jogo que vou lembrar para sempre, o MMO que me prendeu. Qual foi o seu?

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2 comentários sobre “Relembrando: Ragnarok Online

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