Top 5: Dinossauros na cultura pop

Oi gente! Hoje tem mais um top 5! E vai ser sobre um tema que eu amo de montão. Dinossauros! Vou falar um pouco sobre a presença dessas criaturas incríveis na cultura pop. Vamos lá?

Jurassic Park (Livro + Filme)

Aqui quero falar tanto do livro quanto do filme. Michael Crichton teve uma ideia genial e a transformou num livro fantástico. Foi um dos meus livros de cabeceira quando criança (sinceramente, acho que o li mais de 10 vezes ehehe). Apesar do livro ser superior à sua adaptação, o filme de Spielberg não deixa nada a desejar. Os efeitos especiais até hoje são surpreendentes e críveis. A trilha sonora de John Williams praticamente virou um hino. Não há como falar de dinossauros na cultura pop sem mencionar o famoso parque na ilha Nublar. =)

Família Dinossauros

Família Dinossauros é aquele tipo de programa que passei a gostar muito mais depois de adulta. Apesar de ser considerada um programa infantil, a série também é uma ótima sátira ao modo de vida americano. Humor inteligente altamente recomendado.

Ps: Eu tinha muito medo daquele boneco do Baby!

Dinosaucers

Dinossauros alienígenas!! Sim, galera! Esse desenho é bem antigo, mas como não pirar com essa premissa? Lembro que torcia mais para o grupo do mal, pois ele era composto pelos dinossauros mais legais ahaha. Ah, a abertura é show de bola!

Em busca do vale encantado

Toda criança tem aquele desenho que ficava em replay no videocassete, né? (sim, sou da época do VHS). Em Busca do Vale Encantado era o meu. Ah, que aventura fantástica viveram Littlefoot, Saura e seus amigos! Sem dúvida, é uma das minhas animações favoritas de todos os tempos!

Ps: Sempre chorava na parte que a mãe do Littlefoot morre.

Cadillacs & Dinosaurs

Um jogo de arcade beat ‘em up feito pela Capcom e lançado em 1993. Nonsense puro e mas divertido ao extremo. Só em Cadillacs & Dinosaurs você pode vencer um T-Rex no soco ahaha. Quer algo mais legal que isso? E sabe o que é melhor? O jogo era para até 3 pessoas, ou seja, diversão com os amigos! =)

Bom gente, este foi meu top 5! E vocês, conhecem outros jogos, hqs, filmes legais com a presença ilustre de nossos amados dinos? Não deixem de me contar!

Hannibal: uma série brilhante e perturbadora

Durante essa semana, fiz uma maratona da primeira temporada da série Hannibal. Confesso que não espera encontrar algo tão bom. Foi uma grata surpresa e que agora me deixou super ansiosa para o ano dois.

O show foca no relacionamento do famoso Dr. Hannibal Lecter (interpretado com maestria por Mad Mikkelsen) com o agente do FBI Will Graham (Hugh Dancy). Aos poucos, vemos o psicopata destruir os frágeis alicerces do perturbado agente, transformando-o em uma marionete de suas vontades doentias.

 É uma série tensa do início ao fim, que não poupa o espectador da violência física e psicológica. Para mim, o grande trunfo é a inteligência dos roteiros. Nada é exposto de forma escancarada ou mastigada. Os diálogos são sutis, mas reveladores. As tramas vão se interligando com o avançar dos episódios. Detalhes de algo visto no início da série vão se mostrar importantes nos momentos finais. Os atores também merecem créditos. Além dos fabulosos Mikkelsen e Dancy, o elenco de apoio é muito eficiente e carismático (destaque para Laurence Fishburne como Jack Crawford).

 Enquanto assistia aos episódios, lembro da angústia que senti por ver os agentes do FBI seguindo os planos de Hannibal, sendo enganados constantemente. Mesmo assim, não há como não se impressionar com a inteligência do psicopata e também sua frieza nos momentos mais tensos, nos quais ele poderia ter sua verdadeira face descoberta.

Brilhante, doentio, perturbador. Hannibal reflete bem as características de seu personagem principal. Uma séria forte que em nenhum momento desmerece a inteligência do espectador. Se você ainda não assistiu, está esperando o que para conhecer o mundo obscuro do Dr. Lecter?

The Last of Us: Um novo modelo de Survival Horror

Ao jogar The Last of Us sentimos aquela tensão do desconhecido. Entramos em uma casa escura e abandonada, sem saber o que nos espera lá dentro, com medo de encontrar um “clicker” e levar uma mordida na cara. Paramos para escutar o que está a nossa volta, pensamos no melhor trajeto a percorrer e, principalmente, tememos encontrar outros humanos pelo caminho.

Acredito que todas essas características que citei acima fazem com que um jogo de survival horror funcione. Entrar com duas armas na mão, atirando para todos os lados não vai dar certo em The Last of Us. Apesar de Joel ser um cara durão, ele é apenas humano e não vai conseguir lidar com um bando enorme de zumbis ou enfrentar um grupo de assaltantes de estrada. Nessas horas, ele precisa usar a cabeça e agir de forma furtiva.  Isso faz com que o jogador pense antes de agir, pese suas ações. E tenho que admitir, já estava sentindo falta de um jogo assim.

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Muitos pensavam que por ser feito pela mesma produtora do trilogia Uncharted, The Last of Us seria mais do mesmo. Enganaram-se. The Last of Us é um jogo único, com personalidade própria. A Naughty Dogse esforçou para mostrar que podia fazer algo diferente. A qualidade gráfica é ainda mais impressionante que dos seus jogos anteriores. Arrisco dizer que é o jogo mais bonito desta geração de consoles. Todos os detalhes foram pensados, até mesmo as animações para abrir portas emperradas mudam de tempos em tempos, fato que mostra o cuidado que a empresa dedicou ao jogo.

Existem momentos de exploração e de combates, mas ao contrário de Uncharted, por exemplo, os protagonistas do jogo não saem pela cidade destruída escalando prédios ou saltando distâncias impossíveis. Eles são limitados e isso torna o jogo mais crível. Na hora do combate, há uma grande variedade de armas, mas sempre com a munição limitada. Algo que faz o jogador pensar em outras estratégias antes de entrar atirando com tudo. Um fato que aumenta ainda mais a imersão na história é que, ao acessar o menu de itens, o jogo não pausa. Então, se você quer se curar ou trocar de pistola, terá que refletir bem se está num local seguro, longe de zumbis ou outros perigos.

Ao final, senti um gosto amargo na boca, pois como podemos esperar de histórias pós-apocalípticas, o mundo não é um mar de rosas e a esperança passa a ser lenda. Há algumas passagens que me lembraram muito The Walking Dead (refiro-me à HQ), o que é um fato positivo ao meu ver.

The Last of Us é um jogo irretocável. Jogabilidade sólida, gráficos de cair o queixo e uma história que cativa o jogador do início ao fim. Vai demorar um tempo para esquecer de Joel e Ellie, e de tudo o que esses dois enfrentaram juntos.

Contos de Meigan no Animazon!

Contos de Meigan no Animazon!

E em julho tem Contos de Meigan em mais um evento! O livro terá uma sala temática no Animazon 2013. A programação nos três dias de evento será bem variada e divertida. Bate-papo comigo, leitura de capítulos do segundo livro da saga e novidades sobre a HQ (contando com a presença dos artistas envolvidos). Além disso, haverá sorteio de brindes e algumas surpresas. Espero vocês por lá!

Os dias do evento serão: 5, 6 e 7 de julho. Acontecerá no colégio Moderno.

A programação da sala de Meigan será assim:

Dia 5/7:
19h – Bate-papo com Roberta Spindler

Dia 6/7:
15h – Dia do Spoiler – Novidades sobre o livro 2 e leitura de capítulos inéditos

Dia 7/7:
15h – Palestra sobre a HQ de Contos de Meigan, contando com a presença dos artistas Fabio Nahon, João Silveira e Andre Ciderfao

Durante todos os dias do evento, vocês poderão comprar o livro autografado e com desconto. Não faltem!

Pontos de venda de ingressos antecipados:
– Geek Store Boulevard;
– Mangá Mania;
– Ceko;
– Art Otaku;

Novos contos em e-book

Fala galera!

Estou aqui hoje para falar um pouco sobre meus contos em e-book.

Bom, no mês de maio três novas histórias minhas foram publicadas na Amazon. São elas Sangue de Cuchulainn, Somnum  e Olhos de Céu.

Sangue de Cuchulainn

O primeiro foi um conto originalmente publicado na antologia Meu Amor é um Mito, da Editora Draco. É uma história de amor que tem como pano de fundo alguns elementos da mitologia celta. Segue a sinopse:

Aconteceu numa tarde de verão, quando a jovem Anne foi ao bosque colher raízes e sementes. O lobo apareceu na clareira, coberto de sangue e com um espinho na pata dianteira. Ela mal podia imaginar que, com o simples gesto de ajudar o animal ferido, acabaria conhecendo a doença, o amor e também a desilusão.

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Eu gosto bastante dessa história. Foi meu primeiro conto na Editora Draco e tenho um baita orgulho dele. =)

Somnum

O segundo conto, chamado Somnum, é mais recente e exclusivamente digital, fazendo parte do projeto Contos do Dragão. Bem, ele tem uma pegada meio alucinada, com referencias a filmes, animes, séries, quadrinhos e outros livros. Tudo junto num mundo fantástico bem bizarro. Talvez lendo a sinopse vocês entendam o que quero dizer (ou não eheh).

André está preso no bizarro mundo chamado Somnum, onde anjos são policiais corruptos, sereias cantam em bares movimentados e a ameaça do derretimento é constante para aqueles que não aceitam um trabalho. A única chance do rapaz é encontrar uma saída, mas o perigoso Granm, do topo de seu vigiado Palacete, não está disposto a deixá-lo escapar com tanta facilidade.

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Sem dúvida é o conto mais maluco que já escrevi. E eu o adoro. =p

Olhos de Céu

O último conto é o Olhos de Céu. Uma das melhores histórias que já escrevi. Sério. Vou fazer um post só sobre ele em breve, pois a ideia de escrevê-lo veio depois de uma conversa sobre meu animal favorito.

Isso mesmo! Hippos!

Olha a sinopse:

Balah é maior cidade do Reino Alagado e Jäq um de seus temidos cavaleiros. Na busca da ladra que roubou o mais precioso tesouro do rei, o guerreiro acabará revivendo seu passado sombrio, quando era apenas um garoto franzino e com olhos amaldiçoados.

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Galera, eu garanto que vocês vão ver os hipopótamos de outro jeito depois de lerem esse conto.

O mais legal de tudo é que os preços dos contos estão super em conta. Entre  R$2,99 e R$5,99.  E vocês poderão lê-los não só no Kindle, mas no PC, no smartphone ou no tablet.

Então, se ficaram interessados em uma das histórias, façam essa escritora feliz com apenas um clique em comprar. Ah, e não esqueçam de deixar um comentário depois, dizendo o que acharam da leitura.

Top 5: Músicas baseadas em livros

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Oi gente! Chegou mais um Top 5! Dessa vez vou citar 5 músicas que foram inspiradas em livros. Vocês vão perceber que eu curto bastante heavy metal =p

Vamos lá?

Blind Guardian – Curse Of Feanor

Curse of Feanor faz parte do álbum Nightfall in Middle-Earth, da banda alemã Blind Guardian. Como o próprio nome diz, é um álbum conceitual sobre Silmarillion – um dos meus favoritos para falar a verdade. Eu poderia citar qualquer música dele, mas Curse of Feanor é a que mais se destaca. Eu consigo imaginar as cenas do livro ao ouvi-la. Bora cantar! =)

“Don’t fear the eyes of the dark lord / Morgoth I cried / All hope is gone but I swear revenge / Hear my oath / I will take part in your damned fate”

Blind Guardian – War of the Thrones

Mais Blind Guardian? Pois é, minha banda favorita tinha que ter mais de uma menção ahaha. Além disso, essa música fala de uma das séries literárias que mais gosto: Crônicas de Gelo e Fogo. Acho que pelo nome deu para adivinhar né? Então, fechem os olhos e imaginem Jon Snow na Muralha.

“All I ever feel is / All I ever see is / Walls they fall / When the march of the Others begins”

Angra- Wuthering Heights

Wuthering Heights é uma música da Kate Bush, inspirada no romance clássico O Morro dos Ventos Uivantes, de Emily Brontë. Eu, particularmente, acho a versão do Angra bem mais interessante. A voz do André Matos combinou bem com a melodia. Recentemente, tive a oportunidade de vê-lo cantar essa música ao vivo e foi incrível.

“Heathcliff, it’s me, Cathy / I’ve come home / I’m so cold / let me in in-a-your-window”

Iced Earth – The Phantom Opera Ghost

The Phantom Opera Ghost é uma música da banda americana Iced Earth. Obviamente, foi feita em homenagem ao livro O Fantasma da Ópera, escrito por Gaston Leroux. Gosto muito da sonoridade dessa banda e o dueto nesta música ficou bem interessante. E vamos combinar, música sobre O Fantasma da Ópera sem dueto não faz sentido ehehe. The Phantom Opera Ghost faz parte do CD conceitual Horror Show, que fala somente de monstros clássicos e ícones dos filmes de terror. É bem maneiro!

“So you are / you are the legend./ The Phantom Opera Ghost / I am what man has made me. / With his hate and cruel ways”

Metallica – The Call of Ktulu

Metallica tocando uma música inspirada em Lovecraft? Tô dentro! Não tem como não pirar. =) Enquanto pesquisava sobre a música, vi que o trabalho de H. P. Lovecraft é uma grande influência para a banda. Thing That Should Not Be também foi inspirada no trabalho do autor.

E vocês, conhecem alguma música inspirada num livro? Quais estariam no seu top 5?

 

Wicked: você vai amar essa bruxa má

Hoje estou aqui para falar sobre um livro que não é tão conhecido. Chama-se Maligna, do autor Gregory Maguire. Talvez vocês já tenham ouvido falar de sua adaptação famosa na Broadway, o musical Wicked.

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A Elphie está turbinada nessa capa ahaha

 Bom, Wicked entrou na minha vida meio por acaso. Meu pai comprou o livro em um sebo e me deu (valeu pai!). Sem saber nada sobre a história ou sobre o autor, embarquei nessa jornada incrível e fui arrebatada.

 O livro narra a vida de Elphaba, uma garota que nasce com a pele verde e dentes de tubarão (por sorte os dentes bizarros caem e a próxima dentição dela é mais apresentável ehehe). Bom, essa menina vai se transformar na conhecida Bruxa Má do Oeste e nós vamos descobrir o que aconteceu para que ela chegasse a tal nível de malvadeza.

 O interessante no livro é a inversão de valores que Maguire propõe. E se a bruxa má não fosse tão má assim? E se ela estivesse lutando por uma boa causa? E se todo o ódio que ela nutre pelo mágico de Oz viesse de um motivo bem compreensível? Já deu para ficar curioso, né?

 Maguire conta uma história sobre abuso de poder, preconceito e vingança. Temas adultos impregnados numa conhecida fantasia infantil. O resultado é inesquecível. A forma com que o autor abordou Oz me deixou encantada, mas o destaque maior vai para a protagonista. Elphaba. Como não amá-la? Como não torcer por ela e não sentir raiva das tragédias que a acompanham? Confesso que depois de ter lido este livro passei a nutrir grande antipatia por Dorothy (garota mala ahaha).

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Gregory Maguire

 Também há humor na narrativa. Ácido e muito inteligente. Você vai se pegar rindo das tiradas sarcásticas da Elphie. O romance é bem dosado e um tanto agridoce. Fiquei com o coração partido em diversos momentos da leitura.

 Resumindo, Wicked (Maligna em português, publicado pela editora Ediouro) é uma leitura altamente recomendada. E tenho certeza que vocês vão passar a amar a Bruxa Má do Oeste.

 O musical:

 Depois que me encantei com o livro, descobri que ele havia virado um musical na Broadway. Comecei a pesquisar tudo o que podia sobre  e encontrei uma comunidade no Orkut (sim, faz tempo) que disponibilizava vídeos do espetáculo. Um dia ainda vou assisti-lo ao vivo, mas fico feliz que a internet me deu oportunidade de conhecer mais e virar uma verdadeira fanática.

 ImagemO musical é bem diferente do livro. Mais leve, foca na amizade de Glinda e Elphie. Conta uma história de superação e amor. Eu compreendo as mudanças realizadas e, mesmo sendo fã do texto do Maguire, acabei me apaixonando pela adaptação.

 A trilha sonora é ótima. Você vai ficar cantando Defying Gravity durante dias, aposto. Há outras músicas de destaque como Popular, No Good Deed e As Long as You’re Mine.

 Bom, para mim, a diva Kristin Chenoweth é a melhor Glinda. A última apresentação dela é hilária. Posso dizer que admiro muito a Idina Menzel, acho ela super técnica e com uma baita voz. No entanto, a única e verdadeira Elphaba é a Julia Murney. Gente, vejam a foto dela aqui embaixo. É a bruxa!! Não tem jeito. Exatamente como eu imaginava. Além disso a química dela com o Fiyero (Sebastian Arcelus) é um espetáculo a parte. =)

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Julia Murney S2

 

Bom, vou parar por aqui senão o post ficará imenso. Leiam Wicked, vejam o musical e se apaixonem. ELPHABA LIVES!